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Como está a campanha?

Por Ivan Moraes , verador do Recife pelo PSOL e candidato à reeleição

· Cartas à Queridagem

Recife, 22 de outubro de 2020,

Salve, Queridagem querida!

Estamos bem no meio do processo eleitoral e, como eu dizia antes, esse ano a coisa tá diferentona mesmo. “Como está a campanha?” é uma pergunta que rola sempre e “esquisita” é uma palavra que vem sempre na cabeça. Mas não é a única. A verdade é que a nossa campanha, com todos os obstáculos que a conjuntura nos traz, tá mesmo é animada.

Mesmo com isolamento social, mesmo sem poder abraçar gente como eu tanto gosto, mesmo sem poder fazer festa, chamar gente pra aglomerar e tomar as ruas, avalio que até agora estamos conseguindo defender a recondução do nosso mandato. Créditos pra o tanto de gente massa que já colou na nossa construção pra pensar junto e arregaçar as mangas. Essa turma que me emociona tanto e que tem na ponta da língua todos os feitos dessa experiência parlamentar que tanto nos tem orgulhado.

A gente sabe que a pandemia não acabou e que não dá pra juntar gente na rua.

Mas também percebemos, logo no iniciozinho, que não dá pra simplesmente fazer de conta que está todo mundo em casa na frente do computador. Encontrar o equilíbrio entre dialogar com mais pessoas olho-no-olho e reduzir ao máximo as possibilidades de infecção pelo Covid19 é o grande desafio.

Eu gostei muito da metáfora que meu amigo, Marquito, de Florianópolis (50150 o número dele), usou no lançamento da sua campanha a reeleição. O vereamor sulista comparou a sua estratégia com a das abelhas nativas brasileiras. “As abelhas trabalham e produzem em casa, na colmeia. Mas todos os dias precisam dar uma saída pra polinizar as flores”.

Assim estamos buscando fazer. Praticamente todos os dias rola uma ação que a gente chama “Papo de Rua”. Em grupos de até oito pessoas, a gente passa um par de horas no iniciozinho da manhã ou no final da tarde em algum lugar aberto da cidade. Pode ser a proximidade de uma praça, um terminal rodoviário, um semáforo, um espaço de lazer, um mercado público. Máscaras no rosto, muito álcool em gel pra passar nas mãos o tempo todo. Material em punho, nos dispomos a conversar sobre o trabalho do mandato com quem parar pra ouvir. Cotidianamente a gente também dá umas pedaladas em grupos pequenos. Três, quatro, dez ou mais bicicletas, ao som dos nossos jingles, bandeiras em riste, damos um rolé pela cidade pra dar visibilidade ao nosso número que você já sabe que é 50100.

A maior parte das reuniões com grupos de possíveis eleitores é feita em formato digital, mas também estamos visitando pessoas que vivem em comunidades em que a gente atuou durante os quatro anos. Seguimos em atividade porta-a-porta ou mesmo em rodas de conversa sempre evitando lugares fechados. Uma vez por semana também tem o ‘comitê itinerante’, adesivando carros e bicicletas, distribuindo adesivos, panfletos e praguinhas pra quem vier buscar. Domingo mesmo a gente vai pra pertinho do Parque da Jaqueira, na Zona Norte. Fico lá a manhã inteira pela Rua do Futuro junto com nossa turma trocando ideia e recebendo gente querida.

Nas redes a gente também anda bulindo. O esforço principal é fazer com que as pessoas que nos acompanham nas redes sociais e nos aplicativos de mensagens possam saber direitinho o que a gente fez neste primeiro mandato e, principalmente, como fez. De forma leve e bem humorada, temos buscado traduzir a experiência em materiais de fácil compreensão e que possam ser compartilhados cada vez pra mais pessoas. Sem esquecer que o mandato continua moendo e que este trabalho do dia-a-dia não pode deixar de aparecer também.

Pelo menos duas vezes por semana tem maratona de lives. Me coloquei à disposição pra ser convidado para as casas instagramicas dos outros e a galera tá convidando, visse?

Normalmente às segundas e quartas, normalmente a partir das 18h eu saio pulando de conta em conta batendo altíssimos papos com uma galera bem diversa sobre tudo o que é assunto. Papel da vereança, políticas sobre drogas, comunicação, mediação de conflitos, cultura, prevenção à violência, orçamento público, políticas de saúde, meio ambiente, transporte público… O que eu sei, eu respondo. O que eu não sei, eu pergunto. A esta altura eu já me encontrei desse jeito com mais de 50 pessoas, que através de suas redes, puderam me apresentar pras amizades. Outra forma de me mostrar pra quem você conhece é combinando comigo um horário pra me colocar num grupo do zap. 

Topo qualquer papo. Qualquer um mesmo. Só marcar.

Procuro deixar espaços na agenda para conversar com outras candidaturas do PSOL e para estar em atividades promovidas pela campanha da nossa futura prefeita Marília Arraes (PT). Tou botando fé (e trabalho) que, junto com João Arnaldo (PSOL), a minha ex-colega de oposição na Câmara Municipal vai fazer uma gestão rocheda, ousada, com foco na universalização da atenção básica na saúde e na garantia de acesso à educação infantil pra todas as nossas crianças.

Até agora eu tou falando da campanha “que a gente vê”, né? Das atividades que são criadas e organizadas pelo nosso grupo e divulgadas diariamente nas nossas redes. Mas o tempo todo tem gente pedindo (e recebendo) material pra distribuir com parentes e amizades. E tem até uma galera que vez ou outra solta uns vídeos engraçadíssimos com fotos e imagens que caçam das minhas redes.

Eu sigo animado, muito animado. Continuo botando fé que esta campanha, até mais que as anteriores, vai ser vencida mesmo é no miudinho.

A partir da disposição de cada pessoa para conversar com os seus e as suas e dizer que tem candidatura massa no Recife, que vale ser votada e apoiada.

Em suma: vamos botar quente nas urnas por conta de gente feito você. Então fique à vontade pra continuar chegando. Você pode se escalar pra qualquer uma dessas atividades que tão rolando e que a gente tá divulgando pelas nossas redes.

Também pode vir aqui no inbox e pedir material físico ou digital pra se alimentar de conteúdos e seguir compartilhando. Pode contribuir na nossa vaquinha, adesivar seu carango, sua bike ou mesmo a porta da sua casa. Pode tirar uma horinha pra dar umas telefonadas e tentar trazer pra perto gente que anda borocoxô com a política e que precisa conhecer nosso jeito de trabalhar.

Cheiro grande, contando contigo,
Ivan Moraes, vereador do Recife, candidato à reeleição

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