Sobre prestar contas e festejar 2017

December 24, 2017

 

 

Em novembro chegou o momento da preparação para a segunda prestação de contas do mandato. Horizontalmente, democraticamente e reunidas/os decidimos os times da equipa Ivan Moraes. Dois grupos: Uma parte na produção do documento e outra parte na produção da festa.

Começou a saga individual e coletiva de montar a história. 

 

O  que fizemos? 

Definirmos eixos como uma trança de um cabelo, que se forma de três  partes, mas que as partes separadas não têm sentido e o sentido e a beleza, se forma com a trança do cabelo pronta.Assim quebrar o paradigma do núcleo, eixo prioritário e temas melhores. 

 

Queremos uma trança. Queremos viver a interssecionalidade, inspiradas na teoria feminista que articula gênero, classe e raça, sem distinguir qual é a mais cruel das opressões.Queremos rearrumar nossos cabelos, cabeças e se tentar se fazer entender para as pessoas.

 

 

 

Câmara, Ruas e Rede. O que aconteceu na Câmara, na rua e na rede veio e foi para o mundo. Queremos brincar com a trança câmara /ruas/rede como em uma feira de ciências. E contar tudo que fizemos, e tudo importa e nada pode ser desprezado, porque a história é aqui e agora, mas é também para gerações futuras, inter-geracional.

 

E o nome da prestação de contas foi “Bailanço”, vamos jogar a trança ao vento para bailar na ventania, mas uma ventania doce e com muito ouro e caça que foi 2017. Regido por Ossoxi e Oxum.

 

Deu tudo certo?

não/sim/talvez.

 

Vários carregadores e celulares,óculos, noites de sono, cafés da manhã se perderam. Estranhamento interpessoais e lágrimas aconteceram. Como em todos os trabalhos de feira de ciências. Superação individual e coletiva na montagem da trança.

 

Foi. A trança câmara/ruas/rede bailou, brilhou, foi até o chão e subiu. No lugar da resistência, nós temos as memórias da terça negra do Pátio de São Pedro do Recife.

 

E ao som da ciranda seguimos para Gravatá. Confra da equipa em Gravatá. 

 

O que queremos?

Acabar com o capitalismo. 

 

No caminho, na estrada tinha um túnel e uma memória fluiu, “na época dos passeios escolares, quando o ônibus entrava no túnel era a hora do beijo“. Boa história para ser contada!

Beijamos no túnel, beijamos fora do túnel, deixar fluir “como o som de Tim Maia sem grilos, sem desespero, sem tédio, sem fim.”

A equipa quer amar livremente!

Patrícia

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